quinta-feira, 17 de março de 2011

Tabagismo!!!




Ao se observar a boca de um fumante,pode-se perceber a degeneração provocada pelo tabagismo,afastando o sorriso do padrão de normalidade.A grande quantidade de substancias tóxicas presentes na fumaça, que passa primeiramente na boca,altera ñ somente a estética,mas tambem a saúde da cavidade bucal. Isso se manifesta por meio de retração gengival generalizada,perda de papilas interdentai,reabsorção óssea, além da perda de dente.Ocorre,ainda, pigmentação dental bastante característica que atinge principalmente os dentes anteriores,por sua constante exposição a fumaça.



Você sabe o que é Bruxismo?

"O bruxismo, hábito de apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas. Esses pacientes podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e o fechamento inadequado da boca.

"Estes sintomas são comuns durante o sono. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia, formam um problema progressivo onde o paciente perde os parâmetros e só percebe que tem bruxismo se prestar atenção na própria tensão muscular ou se alguém ouvir o ranger noturno.
O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações.

Causas:
O bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos.
Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento da tensão emocional.
Um alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca está presente na maior parte dos casos, mas dificilmente são suficientes para causar o problema na ausência de um aumento da tensão.

A doença pode atingir qualquer pessoa, e é mais freqüente entre os 15 e 35 anos. É também mais freqüente nas mulheres do que nos homens.

Conseqüências:
As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. O período crítico é pela manhã (se a contração predominar a noite) ou de tarde (se predominar de dia).

Outro problema decorrente do bruxismo é dor da articulação da mandíbula. Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.Também é freqüente a dor e o desgaste dos dentes. A dor é pior pela manhã e o desgaste pode chegar à gengiva.
Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar a quebra. Traumas repetidos e inflamação da gengiva levam à perda do suporte ósseo dos dentes, que se tornam móveis.

Tratamento:
O primeiro passo é reconhecer o problema.
O dentista deve fazer um "check up" da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm um termômetro psicológico na boca.O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia-a-dia.
Um passo importante para tentar curar ou pelo menos diminuir o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isto pode ser feito através de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados se necessário. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo.
Fechar bem a boca também é outra forma de evitar o bruxismo. O fechamento deve ser perfeito. O mal contato entre os dentes de cima e de baixo leva a pontos de atrito que aumentam a tensão muscular. Próteses malfeitas como pontes e dentaduras devem ser trocadas. Os dentes precisam ser alinhados com aparelhos.
Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental durante a noite. Estas distribuem a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca.É realizado um desgaste em lugares específicos de alguns dentes para encaixar a arcada dental superior na inferior sem nenhum ponto de atrito.
A solução é procurar um bom dentista para indicar o tratamento

Manual de Biossegurança

Manual de BiossegurançaOs profissionais de Odontologia, Cirurgiões-Dentistas, Auxiliares de Consultório Odontológico, Higienistas, Técnico de Higiene Dental e Técnico de Laboratório de Prótese estão sob risco constante de adquirir doenças no exercício de suas funções.Comprovadamente os microrganismos tem driblado as medidas de segurança adotadas na atualidade, colocando em risco profissionais e pacientes, e a falta de cuidados em relação à biossegurança, tem propiciado a intensificação do ciclo de infecções cruzadas.É responsabilidade do Cirurgião-Dentista a orientação e manutenção da cadeia asséptica por parte da equipe Odontológica e o cumprimento das normas de qualidade e segurança quanto ao radiodiagnóstico e descarte de resíduos gerados pelo atendimento.O controle de infecção é constituído por recursos materiais e protocolos que agrupam as recomendações para prevenção, vigilância, diagnóstico e tratamento de infecções, visando à segurança da equipe e dos pacientes, em quaisquer situações ou local onde se prestem cuidados de saúde.
A biossegurança nunca é completa quando profissionais da Saúde atendem a um paciente ou manipulam instrumentos, material biológico e superfícies contaminadas. Porém, o fato de sempre haver um risco, deve ser isto um estímulo à nossa dedicação, e não o inverso, ou seja, uma justificativa às nossas falhas.As principais doenças infecto-contagiosas que representam riscos em consultório odontológico podem ser causadas por vírus como Catapora, Hepatite B, Hepatite C, Conjuntivite Herpética, Herpes Simples, Herpes Zoster, Mononucleose Infecciosa, Sarampo, Rubéola, Parotidite, Gripe, Papilomavírus Humano, Citomegalovírus, HIV. Podem ser causadas por bactérias que levam a Pneumonia, Infecção por Estafilococos, Estreptococos, Pseudomonas, Klebsiella, bacilos como o da Tuberculose, e ainda os fungos, mais comumente associado à Candidíase. Os profissionais de odontologia também devem se vacinar, embora não existam todas as vacinas para prevenção destas doenças.Os serviços de Odontologia necessitam cumprir as normas de biossegurança baseadas em leis, portarias e normas técnicas do Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho e Secretarias Estaduais e Municipais, que observam desde proteções contra radiações ionizantes, radiações de luz halógena, medidas para o controle de doenças infecto-contagiosas, destinação de resíduos e proteção ao meio ambiente.As sanções previstas na lei podem ir desde uma simples advertência ou multa classificada em leve, grave ou gravíssima, até à interdição do estabelecimento odontológico. [Lei Federal 6.437, de 20/08/1977].O que temos que implantar é a cultura da valorização do homem e a valorização da sua qualidade de vida. Sabemos que a cada segundo, substâncias químicas e microrganismos estão sendo introduzidos no meio ambiente e que os resultados dessa verdadeira alquimia biotecnológica ainda são desconhecidas para a humanidade.
Fonte:Referência Bibliográfica:http://www.odontobio.kit.net/

quarta-feira, 16 de março de 2011

Implantes curtos se disseminam no país como uma alternativa ao enxerto ósseo.


Perdas ósseas são sempre um desafio para o cirurgião-dentista especializado em implantes. Elas podem ser provocadas por vários fatores: ausência prolongada de dente, uso de prótese removível (dentadura ou ponte), doenças periodontais (por exemplo, a periodontite, que é a infecção do osso que sustenta o dente), envelhecimento e traumas provocados por acidentes, atos violentos, etc. No Exterior, os implantes curtos, com menos de 8 mm de comprimento, são usados há mais de 10 anos. No Brasil, eles eram vistos com certas ressalvas, porque se acreditava que eles estavam mais sujeitos a rejeição. Os estudos clínicos realizados nos últimos anos com centenas de pacientes colocaram fim a esse questionamento e os implantes curtos passaram a ser usados para agilizar o processo do implante em pessoas com perdas ósseas. Os enxertos retardam o implante. Após realizar o enxerto, o cirurgião-dentista tem de esperar de seis a nove meses para colocar o implante. Passado este prazo, é preciso aguardar entre três a seis meses para se colocar a prótese. Há dez anos, os enxertos ósseos eram a opção mais usada pelos cirurgiões-dentistas para colocar um implante dentário em pessoas, cujos ossos dos maxilares não apresentavam pelo menos 10 milímetros de altura. O paciente tinha um pedaço de osso retirado da boca, do crânio ou da bacia, que era enxertado para aumentar a altura do maxilar. Às vezes, a matéria prima vinha de bancos de ossos. Nos últimos anos, os implantes curtos (adaptáveis a ossos com altura mínima de 6 mm) estão se disseminando no País, em razão de estudos clínicos e científicos que comprovam a segurança e eficiências desses dispositivos.

Portal Terceira Idade®

IMPLANTES DENTÁRIOS NA TERCEIRA IDADE!!

Implantes dentários na terceira idade

É um equívoco comum que os idosos não podem receber implantes dentários. Na verdade, não há limite de idade para implantes dentários. Embora existam alguns problemas de saúde que são mais comuns em idosos que poderia inibir um implante com sucesso, a maioria desses problemas de saúde pode ocorrer em pacientes mais jovens também. A única forma de saber se o seu corpo irá aceitá-los é consultar um dentista com experiência em implantes dentários. Para os idosos que usaram próteses móveis (dentadura), os implantes dentários são uma alternativa que devolve ao paciente o conforto dos dentes naturais, além de proporcionar um ganho estético. As próteses móveis exigem “colas” para ficar fixas temporariamente e pode ser desconfortável ao mastigar e falar, mas com os implantes dentários você irá sentir como se estivesse com os dentes naturais. O dentista especialista em implantes irá garantir que o dente implantado irá ter a mesma cor do resto dos seus dentes. Não importa a idade do paciente, a mandíbula deve ter suficiente largura, altura e massa para que os pilares do implante possam ser adequadamente ancorada. Com a idade, não é incomum a perda de massa óssea, e isso também pode reduzir as chances de uma pessoa idosa se qualificar para ter um implante. No entanto, se o paciente está bem de saúde, eles podem ser capazes de receber um enxerto ósseo, dando-lhes a massa adequada para um implante. Um fator que poderia tornar o idoso menos qualificado para receber implantes dentários é o histórico médico. Os profissionais da odontologia usam a história médica do paciente para ajudar a determinar a probabilidade de sucesso das intervenções, bem como as chances de uma infecção. Algumas das condições médicas que podem ser considerados problemáticas são problemas cardíacos, derrames cerebrais e diabetes. Um dos fatores mais importantes de um processo bem-sucedido implante dentário é o processo de cicatrização. Osseointegração é o processo de adesão de implantes diretamente com osso, que na cirurgia de implante dentário seria a fixação dos implantes de titânio no osso maxilar. Para ter sucesso nessa osseointegração, o local da cirurgia deve cicatrizar rapidamente e corretamente. A menos que uma pessoa idosa tenha problemas de cicatrização, como uma condição médica como a diabetes grave, eles não devem ter problema com essa parte do processo. A fim de tornar o processo de implante dentário totalmente bem sucedido, os novos implantes devem ser cuidados adequadamente, tanto após a cirurgia e diariamente a partir de então. Vários retornos ao dentista devem ser feitos para garantir que o processo de cura está se saindo bem. Devido a isto, os implantes dentários são mais adequadas para os idosos que ainda vivem de forma independente e que estão dispostos e capazes de manter sua higiene dentária.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/51817/1/Implantes-dentarios-na-terceira-idade/pagina1.html#ixzz1Gle18E7C

terça-feira, 15 de março de 2011

O QUE E UMA BOA HIGIENE ORAL ?



Qual a maneira certa de escovar?

Hálito puro e sorriso saudável são o resultado de uma boa higiene bucal. Isso significa que, com uma higiene bucal adequada:
Seus dentes ficam limpos e livres de resíduos alimentares;
A gengiva não sangra nem dói durante a
escovação e o uso do fio dental;
O
mau hálito deixa de ser um problema permanente.
Consulte o seu dentista caso as suas gengivas doam ou sangrem quando você escova os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver experimentando um problema de mau hálito. Essas manifestações podem ser a indicação da existência de um problema mais grave. Seu dentista pode ensiná-lo a usar técnicas corretas de higiene bucal e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovação e o uso do fio dental.
Como garantir uma boa higiene bucal?
Uma boa higiene bucal é uma das medidas mais importantes que você pode adotar para manter de seus dentes e gengivas em ordem. Dentes saudáveis não só contribuem para que você tenha uma boa aparência, mas são também importantes para que você possa falar bem e mastigar corretamente os alimentos. Manter uma boca saudável é importante para o bem-estar geral das pessoas. Os cuidados diários preventivos, tais como uma boa escovação e o uso correto do fio dental, ajudam a evitar que os problemas dentários se tornem mais graves. Devemos ter em mente que a prevenção é a maneira mais econômica, menos dolorida e menos preocupante de se cuidar da saúde bucal e que ao se fazer prevenção estamos evitando o tratamento de problemas que se tornariam graves. Existem algumas medidas muito simples que cada um de nós pode tomar para diminuir significativamente o risco do desenvolvimento de
cáries, gengivite e outros problemas bucais.
Escovar bem os dentes e usar o fio dental diariamente.
Ingerir alimentos balanceados e evitar comer entre as principais refeições.
Usar produtos de higiene bucal, inclusive creme dental, que contenham
flúor.
Usar enxagüante bucal com flúor, se seu dentista recomendar.
Garantir que as crianças abaixo de 12 anos tomem água potável fluoretada ou suplementos de flúor, se habitarem regiões onde não haja flúor na água.

Técnicas corretas de escovação:

Segure a escova em um ângulo de 45 graus e escove com movimentos que vão da gengiva à ponta dos dentes.


Com suaves movimentos circulares, escove a face voltada para a bochecha e a face interna dos dentes, e a superfície usada para mastigar




Segure a escova em um ângulo de 45 graus e escove com movimentos que vão da gengiva à ponta dos dentes.
Uso correto do fio dental:






Use aproxima- damente 40 centímetros de fio, deixando um pedaço livre entre os dedos.








Siga, com cuidado, as curvas dos dentes.



Assegure-se de limpar além da linha da gengiva, mas não force demasiado o fio contra a gengiva. .